Happy New Year…

Dois mil e quatro da era comum está chegando ao fim…

Muito aconteceu nas vidas de todos e, nesta época, inevitavelmente, os mais conscientes dentre nós (mesmo programando-se para a farra) fazem o balanço…

O meu, de um modo geral, foi positivo. Espero que o balanço daqueles que são meus amigos, e daqueles que poderiam ser, seja positivo também…

Posso ser irascível, posso ser a criatura mais chata e insuportável, posso ser indiferente (mesmo em tempos de tsunami), mas nesta época é infalível meu desejo (e a fórmula, aprendida durante meu flerte com a Wicca):

QUE NESTE ANO E SEGUINTES, SUAS COLHEITAS SEJAM SEMPRE FARTAS…

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Gothic

Quem me conhece, ou ao menos me lê, se tem conhecimento, sabe que sou, senão no estilo, em essência, uma criatura gótica…

Não naquele sentido “gótico pop” que a maioria conhece: melodrama, neblina, vampiros…

Tenho mais a ver com o movimento Gótico medieval ou o renascimento Gótico do século 19, e com a visão moderna que baseia-se no simples fato de “andar de mãos dadas” com sua Sombra (vide Jung)…

Mas, por uma daquelas razões que a própria razão desconhece, essa essência está “transbordando” para o exterior, e moldando novos padrões cotidianos…

Por exemplo, até pouco tempo, estava ouvindo muito blues, e não deixei de curtir, até porque em certo sentido, pode-se entendê-lo em uma pesrpectiva gótica, mas estou ouvindo cada vez mais Gothic Music (Metal, Dance, Industrial, Celtic, etc.)…

Agora, por exemplo, estou na Radio@AOL (que fica direto na estação Gothic), curtindo muito uma seqüência de Dead can Dance, Faith and the Muse e Fields of the Nephilin…

Para personificar alguém…

…em ambiente virtual, é necessário, primeiramente, conhecer muito bem o estilo de escrita da pessoa que se deseja imitar, principalmente se quem você quer enganar teve convivência longa e íntima com ela. Isso torna-se mais crítico se alguma das pessoas a serem “enganadas” tiver o hábito da leitura e de analisar estilo…



É muito conveniente também, saber como esconder seus passos, pois uma das pessoas a ser enganadas pode ter muitos anos de experiência de redes e internet, e saber muito bem como seguir rastros…



Diante disso, imagino que a pessoa, que vem consistentemente colocando comentários dizendo ser Cinderel@, com quem tive um relacionamento, usando de um estilo e registro gramatical totalmente diverso do usado por Patricia, e que acessa de uma rede pertencente ao provedor de internet via rádio Intervip, de Vitória-ES, não está, com certeza, querendo me enganar, mas tão somente me irritar (ou é um completo imbecil, mesmo)…



Bom, eu ainda não vou tomar nenhum curso de ação acerca dessa brincadeira, mas poderia…



E isso não é um aviso, é uma AMEAÇA

Observando a fauna humana…

Hoje, indo para o trabalho, vejo um casal que faz sinal e sobe no mesmo ônibus…

A mulher usava um vestido curto, rosa com motivos florais, bem leve, e visto suas pernas serem bem-feitas, podia dar-se ao luxo de usar…

Dada a temperatura, também não podia-se dizer que estava inapropriado, mas… estava ventando.

Óbvio que um “pé-de-vento” poderia fazer o vestido subir, revelando mais do que seria necessário, e imagino que ambos sabiam disso…

A mulher, lógico, estava prestando atenção, protegendo-se com a mão, ao menor sinal de maior necessidade de movimento ou de vento, o que também é normal e esperado…

Mas o homem estava indócil, controlando o vestido e todos em volta (especialmente outros homens), o que também era de se esperar, mas…

Será que isso era necessário?

Possivelmente, já que não havia nenhum “clima” pesado aparentente, houve comum acordo para que ela usasse aquela roupa (o que é um ponto positivo, afinal, não existe isso de “eu não deixo sair assim”, não existe título de propriedade de gente para dar esse tipo de poder a alguém)…

E já que havia comum acordo, deveriam saber que uma “revelação” devido ao vento poderia ocorrer, e portanto, ela que é quem vestia a roupa, deveria cuidar-se. E caso, ainda assim, ocorresse o fato, o que fazer? Engolir o sapo e fazer o controle de danos, uma vez que os dois são adultos e (supõe-se) conscientes do que estão fazendo e das possíveis conseqüências…

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Não sou uma pessoa fácil…

…muito pelo contrário…

Mas faço questão de deixar claro para aqueles poucos a quem chamo de amigos, que não considero nada definitivo, e que coisas aparentemente pequenas, podem ser o princípio do fim para estas amizades…

Meu amor é profundo mas não é, em hipótese alguma incondicional, e pode facilmente tornar-se indiferença…

Mas, meus amigos sabem disso… Ou deveriam saber…

Nos úlitmos dias, “matei” uma amizade que tinha sido muito importante para mim, sem remorso ou piedade (nem sei como é sentir isso), por uma dessas “pequenas” questões…

Soube que a pessoa se surpreendeu, o que me diz que ela não prestou atenção em mim… ou seja, não merecia a atenção…

Vamos caminhando, como sempre, afinal, não almejo ter muitos amigos e sim poucos de qualidade…

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Mudanças…

Não gosto de mudanças…

Ter que sair do (moribundo) Exquisite é muito estranho, mas é inevitável…

Diante disso, já que tenho que mudar, que seja uma mudança maior, fim de era…

Aposentei, como disse no último post do blog anterior, o contexto (rápido, só estará lá até 5 de janeiro), para iniciar este Opéra Gothique

Algumas coisas mudam, outras não, posto que ainda é o mesmo autor quem escreve estas linhas…

Aproximem-se os velhos leitores, boas vindas aos novos, e veremos aonde chegamos…

Quem viver, verá…

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