Descontruindo Lee (I)

Estou em meio a uma época de quebra (e reconstrução) de paradigmas, pela segunda vez em minha vida. A primeira foi durante o Retorno de Saturno

Ando (re)descobrindo e (re)definindo “comos”, “quandos” e “porquês” e, consequentemente, me (re)criando.

Feliz ou infelizmente, tudo o que está cristalizado em nós e muito próximo ao nosso núcleo, é virtualmente imutável. Mas podemos aprender a lidar conosco e com o mundo de formas mais inteligentes e interessantes…

Todo esse processo tem suas alegrias, mas não é isento de dor. Entretanto, como da última vez, acredito que o resultado final (final?) seja válido e positivo…


Por muitos motivos, costumo dizer que não sou uma “pessoa” ou um “homem”, e sim uma “ameba”.Para tornar a frase acima clara como carvão, cito texto meu que abre meu perfil no orkut:

Sou…
“Sou um teste de Rorschach…

“Posso ser o que você quiser,
Como você quiser,
Quem você quiser…

“Sou contradição,
Enigma,
Lux et tenebras…

“Decifra-me e te devoro…”
(M. Lee Gonçalves, Março/2008)


E falando em orkut, comparando meu perfil como está agora com o que era há tempos, pode-se ver um retrato evolucionário interessante deste Teste de Rorschach Ambulante que escreve estas linhas…

Mesmo sem ter memória ou conhecimento do que foi, a leitura do perfil que está é interessante. Quem me conhece pode até tentar extrapolar…

Certo dia, em outro blog, me defini como “um monte de contradições que funciona”. Tempos depois, decidi que não funcionava tão bem assim. Hoje em dia, ainda sou contraditório, mas funciono bem melhor

Não recomendo a ninguém entrar desavisadamente na minha mente, para sua própria proteção… Mas podemos fazer uma pequena visita guiada, acompanhando nuances dos meus perfis da web social

E o que vemos? Podemos ver alguém que:

  • Respira Tecnologia da Informação;
  • tem preocupações ambientais (sou membro/colaborador do Greenpeace);
  • está em “toda parte” pela Web 2.0;
  • usa muitas “máscaras”, e mais camadas que uma cebola;
  • tem preocupações místicas/religiosas e mágicas;
  • ama leitura e conhecimento, cinema, música, arte e cultura;
  • adora filosofia e pessoas inteligentes, intelectualmente estimulantes;
  • ama muito, a poucos;
  • tem questões de interação social;
  • não gosta de ser “típico” ou “normal”;
  • gosta de androginia (e me considero um Andrógino Mental/Emocional);
  • estudou design e interiores na EBA-UFRJ;
  • assiste GNT e curte (algumas poucas) produções da Globo;
  • é simpatizante da comunidade GLBT;
  • gosta da filosofia oriental;
  • conhece armas de lâmina;
  • curte quadrinhos, mangá e anime;
  • tem atração por mulheres maduras e inteligentes (Mônica Waldvogel!!!);
  • gosta de gatos (e “gatas”, concedo) e cachorros (mas não das “cachorras”);
  • é canceriano;
  • adora seriados estrangeiros, especialmente cult;
  • tem um espírito gótico;
  • prefere permanecer uma incógnita
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3 Respostas para “Descontruindo Lee (I)

  1. Esqueceu de dizer aí que eu participo da sua quebra de paradigmas e que gosta de mim… snif… snif… O resto eu já conheço bem é isso mesmo!

    Beijos

  2. Mozinho…

    O post era para falar o que não é óbvio… ^_^

    Mas vamos lá: sem você, não haveriam quebras de paradigma, e… Xiamuuuu!!!