Eu pretendia dizer…

…ao voltar a escrever aqui, que tudo estava bem, apesar dos pesares.

Mas tá ph0d4 ! Vejamos:

  • Salário: atrasado e parcelado;
  • Concursos públicos: o órgão mais próximo (na cara do gol) de convocar está na época da greve anual;
  • Opções de emprego alternativo: nulas no momento;
  • PC: um dos discos rígidos indo pro catso e levando o computador junto;
  • Casa nova: Não sai, muito dinheiro gasto e horas/aula perdidas aparentemente à toa.

Se tem coisas boas? Claro.
Se compensam as ruins? Não entro neste mérito, mas digo que me motivam a continuar…
Que coisas? Meu relacionamento e minha nova experiência em Curso Superior (nesta ordem).

OK, desabafo feito, voltamos a programação normal.
Afinal, sou o 6º Lee e esta versão não se abate fácil e sempre acha um jeito… ^_^

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Combate a homofobia no Blogger-Google BR

modeloselocampanhaliberdadeblogger2_2Leia o texto e assine a petição

Praticamente não me resta, e em breve não haverá nenhuma, presença minha no blogspot, salvo histórica. Prefiro usar uma ferramenta mais completa e personalizável como o WordPress, em domínio próprio.

Mas como sou contra censura e a favor de toda a diversidade, veiculo aqui a campanha dos blogs Queer Girls e Lesbosfera

Eu já assinei, e você?

E o Husseim ganhou [Eleições Americanas]

Terminou na noite de ontem, a segunda fase do complexo sistema de escolha do Presidente dos EUA… Com a indicação de um homem afro-descendente cujo nome do meio é “Husseim“…

Peraí, — diz algum leitor — o sujeito não foi eleito?

Não, porque na verdade, a dita (por eles) “Maior Democracia do Mundonão elege seu Presidente por voto direto…

O sistema americano envolve a escolha, seja pela convenção partidária, seja por eleições primárias (dentro do partido) dos candidatos a presidente e vice.

Uma vez definidos os candidatos de cada partido, na terça-feira após o dia primeiro de novembro, as pessoas registradas para votar, indicam separadamente seu candidato preferido a presidente e a vice. Foi o que aconteceu ontem…

Em seguida, na segunda-feira seguinte à segunda quarta-feira de dezembro (15 de dezembro, este ano), reúne-se o Colégio Eleitoral.

Entenda

O que o pleito desta terça-feira definiu foram os nomes que comporão a lista de candidatos que serão votados pelos representantes de cada Estado no Colégio Eleitoral. A lista é composta por todos os candidatos a receberem votos no pleito público, por Estado. Portanto, podem constar da lista, além dos nomes dos candidatos dos dois grandes partidos, nomes ligados a legendas menores como o Partido Comunista (sim, existe, afinal não é uma democracia!?)…

No Colégio Eleitoral, cada um dos 51 estados e territórios do país possui um número de cadeiras, chegando ao total de 538 representantes. São eles que realmente escolhem o próximo presidente. Para ser eleito, o candidato à Presidência precisará de 270 votos dentro do colégio.

Os representantes tem liberdade para votar em qualquer candidato de sua lista mas, na prática, o que ocorre é que os representantes votam no candidato apontado pelo voto popular.

A Constituição americana diz que nenhum indivíduo detentor de mandato legislativo, nem de cargos de confiança no país, podem ser escolhidos como eleitores. Mas o texto Constitucional não diz muito sobre quais qualificações os apontados para o Colégio deverão ter.

As Unidades Federativas ficam então, livres para determinar os critérios de escolha dos seus representantes ao Colégio Eleitoral. Rotineiramente utiliza-se voto popular ou indicação feita pela câmara legislativa local.

Casa ocorra empate no Colégio Eleitoral, a Casa dos Representantes (equivalente à nossa Câmara dos Deputados) é que escolhe, por meio de uma votação por cédulas, o Presidente e Vice, tendo cada Estado direito a um voto, existindo quorum mínimo de um ou mais representantes de no mínimo dois terços dos Estados americanos presentes na votação. Mantida a indefinição, a decisão vai para o Senado.

O número de eleitores no Colégio a que cada UF tem direito, é igual ao número total representantes que ela tem no Congresso. Como no Brasil, o número de deputados é proporcional à população da UF. E cada Estado elege dois senadores.

A forma de escolha do presidente é estabelecida na cláusula 3ª, seção 1 do artigo II da Constituição americana (alterada pela 12ª emenda, de 1804):

“Os eleitores irão se encontrar em seus respectivos Estados e votar, através de cédulas, para presidente e vice-presidente (…) Eles indicarão em suas cédulas a pessoa que será votada para presidente e, em uma cédula separada, quem será votado para vice-presidente (…) Eles farão listas distintas de todas as pessoas votadas para presidente e de todas as pessoas votadas para vice-presidente e do número de votos para cada uma, listas que serão assinadas e certificadas e transmitidas seladas (…) O presidente do Senado deverá, na presença do Senado e da Casa dos Representantes, abrir os certificados e os votos serão então contados. A pessoa com o maior número de votos para presidente deverá ser presidente, se tal número for a maioria do número total de votos de eleitores indicados.”

Cada representante do colégio eleitoral, deposita um voto para presidente e outro para vice-presidente (que também ocupa o cargo de presidente do Senado). Cópias das listas preparadas pelos membros do Colégio de cada UF são enviadas para o presidente do Senado, para o Executivo de cada Estado, para o Arquivo Nacional e para o juiz da corte de cada Estado em que o grupo de membros do colégio eleitoral se reuniu.

No dia 6 de janeiro, os registros de cada Estado serão abertos seguindo a ordem alfabética e lidos em voz alta. O presidente do Senado, questiona se existem objeções aos resultados sendo que estas precisam ser feitas por escrito e assinadas por pelo menos um deputado e um senador). Não havendo objeções e cada candidato, a presidente e a vice, receber os 270 votos mínimos, o resultado é declarado oficial.

Em caso de empate, o Senado é quem escolhe, em votação com cédulas, o vice-presidente.

Fontes: United States House of Representatives, United States Senate, United States Constitution.

O homem e suas religiões: resultados

“Dê a um homem um peixe e ele comerá e matará sua fome, agora dê para um homem uma religião e ele morrerá de fome rezando por um peixe.”

LINKS DAS NOTÍCIAS:

* Papa encobrindo casos de pedofilia:

http://bsalert.com/news/1418/Pope_Caught_Orchestrating_Church_Pedophile_Cover_Up.html

http://web.archive.org/web/20020607141945/http://abcnews.go.com/sections/2020/DailyNe ws/2020_Vatican_coverup_020426.html

* Jovem morre após ser surrado por protestantes na Irlanda do Norte

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u95751.shtml
http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/northern_ireland/4763731.stm

* Homem põe filha no microondas e esposa culpa o diabo

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u107523.shtml

* Babá joga criança pela janela em Salvador

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI530392-EI306,00.html

* SC: jovem teria torturado mãe “em nome de Deus”

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2467300-EI5 030,00.html

* Seita aguarda o fim do mundo em gruta na Rússia

http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2079217-EI8142,00.html

* Adolescente é apedrejada até a morte no Iraque por namorar sunita

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/05/070503_iraqueapedrejamento_as.shtml

http://www.flurl.com/item/Stoning_u_249318

* Ritual Ashura:

http://time-blog.com/middle_east/2007/02/ashura_slideshow.html

* Bush e seu amigo imaginário:

http://www.independent.co.uk/news/world/americas/bush-god-t old-me-to-invade-iraq-509925.html

* Crianças acusadas de bruxaria por pastores evangélicos:

http://www.guardian.co.uk/world/2007/dec/09/tracymcveigh.theobserver

Pelo veto ao PL do Senador Eduardo Azeredo

A Internet ampliou de forma inédita a comunicação humana, permitindo um avanço planetário na maneira de produzir, distribuir e consumir conhecimento, seja ele escrito, imagético ou sonoro. Construída colaborativamente, a rede é uma das maiores expressões da diversidade cultural e da criatividade social do século XX. Descentralizada, a Internet baseia-se na interatividade e na possibilidade de todos tornarem-se produtores e não apenas consumidores de informação, como impera ainda na era das mídias de massa. Na Internet, a liberdade de criação de conteúdos alimenta, e é alimentada, pela liberdade de criação de novos formatos midiáticos, de novos programas, de novas tecnologias, de novas redes sociais. A liberdade é a base da criação do conhecimento. E ela está na base do desenvolvimento e da sobrevivência da Internet.

A Internet é uma rede de redes, sempre em construção e coletiva. Ela é o palco de uma nova cultura humanista que coloca, pela primeira vez, a humanidade perante ela mesma ao oferecer oportunidades reais de comunicação entre os povos. E não falamos do futuro. Estamos falando do presente. Uma realidade com desigualdades regionais, mas planetária em seu crescimento. O uso dos computadores e das redes são hoje incontornáveis, oferecendo oportunidades de trabalho, de educação e de lazer a milhares de brasileiros. Vejam o impacto das redes sociais, dos software livres, do e-mail, da Web, dos fóruns de discussão, dos telefones celulares cada vez mais integrados à Internet. O que vemos na rede é, efetivamente, troca, colaboração, sociabilidade, produção de informação, ebulição cultural.

A Internet requalificou as práticas colaborativas, reunificou as artes e as ciências, superando uma divisão erguida no mundo mecânico da era industrial. A Internet representa, ainda que sempre em potência, a mais nova expressão da liberdade humana. E nós brasileiros sabemos muito bem disso. A Internet oferece uma oportunidade ímpar a países periféricos e emergentes na nova sociedade da informação. Mesmo com todas as desigualdades sociais, nós, brasileiros, somos usuários criativos e expressivos na rede. Basta ver os números (IBOPE/NetRatikng): somos mais de 22 milhões de usuários, em crescimento a cada mês; somos os usuários que mais ficam on-line no mundo: mais de 22h em média por mês. E notem que as categorias que mais crescem são, justamente, “Educação e Carreira”, ou seja, acesso a sites educacionais e profissionais. Devemos, assim, estimular o uso e a democratização da Internet no Brasil.

Necessitamos fazer crescer a rede, e não travá-la. Precisamos dar acesso a todos os brasileiros e estimulá-los a produzir conhecimento, cultura, e com isso poder melhorar suas condições de existência. Um projeto de Lei do Senado brasileiro quer bloquear as práticas criativas e atacar a Internet, enrijecendo todas as convenções do direito autoral.

O Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço das redes de conexão abertas (Wi-Fi) e quer exigir que todos os provedores de acesso à Internet se tornem delatores de seus usuários, colocando cada um como provável criminoso. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o projeto Substitutivo do Senador Azeredo seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos. Dezenas de atividades criativas serão consideradas criminosas pelo artigo 285-B do projeto em questão. Esse projeto é uma séria ameaça à diversidade da rede, às possibilidades recombinantes, além de instaurar o medo e a vigilância. Se, como diz o projeto de lei, é crime “obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida”, não podemos mais fazer nada na rede. O simples ato de acessar um site já seria um crime por “cópia sem pedir autorização” na memória “viva” (RAM) temporária do computador. Deveríamos considerar todos os browsers ilegais por criarem caches de páginas sem pedir autorização, e sem mesmo avisar aos mais comuns dos usuários que eles estão copiando. Citar um trecho de uma matéria de um jornal ou outra publicação on-line em um blog, também seria crime.

O projeto, se aprovado, colocaria a prática do “blogging” na ilegalidade, bem como as máquinas de busca, já que elas copiam trechos de sites e blogs sem pedir autorização de ninguém! Se formos aplicar uma lei como essa as universidades, teríamos que considerar a ciência como uma atividade criminosa já que ela progride ao “transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado”, “sem pedir a autorização dos autores” (citamos, mas não pedimos autorização aos autores para citá-los). Se levarmos o projeto de lei a sério, devemos nos perguntar como poderíamos pensar, criar e difundir conhecimento sem sermos criminosos.

O conhecimento só se dá de forma coletiva e compartilhada. Todo conhecimento se produz coletivamente: estimulado pelos livros que lemos, pelas palestras que assistimos, pelas idéias que nos foram dadas por nossos professores e amigos… Como podemos criar algo que não tenha, de uma forma ou de outra, surgido ou sido transferido por algum “dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular”? Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras. Defendemos a necessidade de garantir a liberdade de troca, o crescimento da criatividade e a expansão do conhecimento no Brasil. Experiências com Software Livres e Creative Commons já demonstraram que isso é possível. Devemos estimular a colaboração e enriquecimento cultural, não o plágio, o roubo e a cópia improdutiva e estagnante. E a Internet é um importante instrumento nesse sentido. Mas esse projeto coloca tudo no mesmo saco. Uso criativo, com respeito ao outro, passa, na Internet, a ser considerado crime.

Projetos como esses prestam um desserviço à sociedade e à cultura brasileiras, travam o desenvolvimento humano e colocam o país definitivamente para debaixo do tapete da história da sociedade da informação no século XXI. Por estas razões nós, abaixo assinados, pesquisadores e professores universitários apelamos aos congressistas brasileiros que rejeitem o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo ao projeto de Lei da Câmara 89/2003, e Projetos de Lei do Senado n. 137/2000, e n. 76/2000, pois atenta contra a liberdade, a criatividade, a privacidade e a disseminação de conhecimento na Internet brasileira.

Assinem e divulguem o manifesto!

(Do blog de Sérgio Amadeu, via blog de Israel Júnior)

Bombardeio Nassif vs Veja

Citação ipsis litteris
(Via: Thadeu Penna’s Wiki)
benderblog-dossie-veja.jpgEu não tenho idéia formada sobre estes bombardeios, mas como este é para uma boa causa, vamos lá, Veja só. Tudo começou com o blog do Bender e eu vou reproduzir aqui alguns pedaços para não começar a criar mais informação e aumentar a entropia. “Certa vez Luis Nassif – um dos jornalistas mais conhecidos e respeitados do Brasil – acreditou ter sido atacado por matérias publicadas na Revista Veja, a revista semanal brasileira com maior tiragem.

Este blogueiro é solidário e decidiu usar o Google para bombardear a Revista Revista Veja. Como? Simples, basta lincar a palavra Veja para o extenso manifesto que Nassif está publicando semanalmente com denúncias fundamentadas contra a revista.

Repetindo: linque Veja com esse endereço http://luis.nassif.googlepages.com Repetindo mais uma vez: toda a vez que a palavra Veja aparecer no seu blog, ela deve ser lincada (sem nofollow) para o endereço http://luis.nassif.googlepages.com.

Quanto mais gente fizer isso EXATAMENTE IGUAL, maior a probabilidade da denúncia do Nassif aparecer no topo das buscas por Veja no Google.

P.S.: quem acompanha o movimento do software livre, conhece bem o Nassif.